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domingo, 25 de novembro de 2012

Antes da fama: o que alguns astros do Rock faziam? Fonte: Antes da fama: o que alguns astros do Rock faziam?



O Noisecreep conversou em setembro de 2011 com alguns músicos famosos da cena Heavy e perguntou: Qual o pior trabalho que tiveram antes da fama?
Frank Bello (Anthrax): “Meu pior trabalho foi de garçom. Ralava por umas gorjetas. Por isso sei o quanto tenho sorte em levar a vida como músico. Sou muito grato por isso”.
Sebastian Bach: Paisagista. Fiz isso por duas semanas antes de ser demitido por cantar muito alto no trabalho! É verdade”.

sábado, 28 de abril de 2012

Iron Maiden: Bruce Dickinson conta como começou a pilotar


Sophie Griffiths da revista "Travel Trade Gazette" falou com o vocalista do Iron MaidenBruce Dickinson, que será o orador principal da "Advantage Conference" em Malta, discutindo as questões que afetam a indústria de viagens aéreas. Aqui estão alguns trechos da conversa:
Dickinson, quando você começou com a carreira na aviação:
"Eu só completei minha formação e fui liberado para voar, e estava em Nova York com a banda. Foi um dia muito ensolarado, e eu estava sentado no telhado do hotel à beira da piscina. Eu tinha um manual de um Boeing 757 sobre meu colo, e estava lendo, quando uma velhinha aproximou-se do atendente de piscina e perguntou se era verdade que um avião havia voado contra as torres gêmeas. Eu pensei que deveria ter sido um pequeno avião particular, e voltei para a minha leitura. Então, mais pessoas chegaram, e alguém disse que era algum tipo de avião, e eu pensei, 'Oh meu Deus ... "


Fonte: Whiplash!

quarta-feira, 7 de março de 2012

O Metaleiro: conheça a banda "de verdade" do cabeludo

O Metaleiro como é conhecido, realmente tem uma banda de verdade. A banda se chama QUASE DOIS, que faz um rock de som próprio com influências de Metal e Hardcore.

A banda já dividiu o palco com bandas consagradas como MATANZA do Rio de Janeiro, RAIMUNDOS de Brasília, MUKEKA DI RATO do Espirito Santo e GRITANDO HC de São Paulo.

A trajetória do Quase Dois teve início em 2005, na cidade de Florianópolis, com o projeto chamado 1e99, que posteriormente foi nomeado de Quase Dois. Durante 4 anos foram lançados eps, singles e clipes, que serviram de vitrine para o primeiro álbum lançado em 2009. Mais informações podem ser adquiridas no site oficinal da banda - quasedois.com.

Veja uma matéria com a banda exibida no Acesso MTV, e logo depois o clipe oficial para a música "Fora de Controle", a música gravada no estúdio AML, Produzido por Alexei Leão (vocalista do STORMENTAL) em Ingleses, Florianópolis. O video clipe foi dirigido por Hudson Martins, rendendo um prêmio de melhor video clipe no cine ASSESC em Florianópolis.



Fonte: Whiplash

Casais que bebem juntos têm menos problemas?

Mais um estudo inusitado foi realizado nos Estados Unidos, e desta vez, a pesquisa revelou que casais que bebem juntos têm um relacionamento melhor do que aqueles que não.

Beber juntos, em vez de separados, é claramente positivo para o relacionamento. Indivíduos que bebem com o parceiro têm níveis mais altos de intimidade e menos desentendimentos no dia seguinte, em comparação aos indivíduos que bebem sem a companhia do parceiro ou que não bebem”, explica o psicólogo Ash Levitt, responsável pela pesquisa.

Foram analisados 69 casais heterossexuais, na faixa etária de 20 anos. Vale ressaltar que a pesquisa foi feita com casais que bebem “socialmente”, até três drinks.

Em todos os casais os resultados positivos estavam relacionados a níveis relativamente baixos de bebedeira, ou seja, aquela bebida pra ficar alegre, e não pra ficar atirado pelas ruas ou chegar em casa discutindo e agredindo a família ou brigando com os vizinhos.

Lembramos que a quantidade excessiva de álcool também pode acabar com o relacionamento e, até mesmo acabar com uma vida, então não exagere!

Fonte: Minilua

Porque julgamos uma pessoa pela roupa que ela está usando?

Marilyn__Jane

Parece absurdo julgar a personalidade e a capacidade mental de uma pessoa pela quantiade de roupas que ela usa, mas é exatamente o que acontece, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores das Universridades de Maryland, Yale e Northeastem (EUA).

Ainda segundo outros seis estudos realizados, a impressão que temos em relação a mentalidade e atitude de uma pessoa pode mudar instantaneamente quando esta tira a blusa ou revela parte de seu corpo.

Por exemplo, quando um homem vê uma mulher usando muito pouca roupa ele normalmente se concentra somente no corpo, não importando nada do que ela diga, isso acontece pois o homem olha para mulher em um contexto sexual.

Após este estudo verificou-se que este tipo de reação ocorre com ambos os sexos, quando vemos uma pessoa usando pouca roupa acabamos mudando a disposição mental que a atribuímos, isso acontece mesmo que a pessoa não tire a roupa, basta somente focar nos atributos físicos da pessoa.

Através deste estudo os pesquisadores perceberam que durante as experiências propostas, as pessoas que focavam no corpo tinham percepções como autocontrole e ação reduzidas, enquanto as de emoção e sensação foi aumentada. Ou seja, para os autores da pesquisa a capacidade de agir e de planejar estão ligadas à mente, porém a capacidade de experimentar está ligada diretamente ao corpo.

Curiosamente, descobriu-se que a roupa de uma pessoa pode aumentar a postura moral das pessoas em relação a esta.

“Os outros parecem ser menos inclinados a prejudicar as pessoas com a pele nua e mais inclinados a protegê-los. Em um experimento, por exemplo, as pessoas eram menos inclinadas a dar ​​pequenos choques elétricos em homens sem camisa do que naqueles que estavam vestidos”, explica o psicólogo Kurt Gray.

No ambiente de trabalho ou em contexto acadêmicos isso pode gerar efeitos negativos, pois dá a impressão de falta de liderança e incompetência.

E você, já julgou alguém pela sua “falta” de roupa?

Fonte: Minilua

sábado, 19 de novembro de 2011

Hoje, 19 de novembro

- O baterista Matt Sorum (The Cult, Guns N’ Roses, Velvet Revover)completa 51 anos.



- Há 42 anos Pelé marcava seu milésimo gol.

- Há 28 anos o baixista Tom Evans (Badfinger) cometia suicídio.

- Há 23 anos o Bon Jovi liderava a parada de singles norte-americana com “Bad Medicine”.



- Há 21 anos a farsa do grupo Milli Vanilli era descoberta, fazendo com que eles perdessem o Grammy que haviam conquistado.

- Há 16 anos morria o empresário Adolpho Bloch, criador das Empresas Bloch de Comunicação, criadora da TV Manchete.




Fonte: Hoje, 19 de novembro

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O QUE UMA PROFESSORA DE CANTO LÍRICO DIRIA SOBRE VOCALISTAS DE HEAVY METAL?


Enviado por: Marcela
Fonte: Invisible Orange
Se você é um(a) cantor(a), você deveria estar seguindo o blog de Claudia Friedlander. A professora de canto, que mora em Nova Iorque, dá sábios conselhos não apenas para cantores de todos os tipos, mas também para músicos e pessoas em geral.
Apesar de pelo menos um de seus alunos cantar Metal, Friedlander não sabe nada sobre o gênero. Nós imaginamos o que ela pensaria de alguns dos mais clássicos cantores de Metal – a base do estilo. É raro encontrar alguém que não esteja familiarizado com nenhum destes cantores. Sua perspectiva seria única, livre de uma bagagem cultural.
Nós enviamos a ela cinco canções não identificadas e seus comentários seguem abaixo. Também incluímos as reações iniciais dela, enviada para nós assim que ela escutou os cantores.
1. Bruce Dickinson
Iron Maiden: “The Number of the Beast” (1982)
Primeira reação: “Os dois primeiros caras são tão impecáveis, que apresentam, cada qual a seu jeito, um manifesto de como cantar bem, independente de gêneros musicais”.
Não tenho nada que não seja admiração por este cantor. Ouçam como ele começa com um suave rosnado, e então muda sem problemas para um som alto e cheio, com bastante sustain, que evolui sem esforço a um longo grito! Sua dicção é facilmente inteligível, independentemente do que está cantando e do efeito que busca. Ele consegue cantar as letras de forma ritmicamente intensa sem perder o “ligado” e a dinâmica musical, algo que muitos cantores clássicos lutam para conseguir, especialmente quando interpretam os vários “staccato” e acentuações que misturam os registros de Bellini, Donizetti, etc.
Algumas observações para os meus leitores:
Há uma intensidade visceral e dramática conduzindo esta perfomance. Muitos cantores de Rock e Metal são tenores que alcançam tons muitos mais altos e por muito mais tempo do que os requisitados pelos tenores de ópera. E não é a apenas o microfone que torna isto possível. Estes caras estão cantando com tudo que têm e com um comprometimento incrível. A intenção é uma coisa muito poderosa.
Notem a “irritação” que ocasionalmente colore seu som. Este é um efeito totalmente diferente de uma tensão – toda sua laringe e garganta precisam estar completamente soltas e livres para responder deste jeito. Em alguns dos exemplos a seguir, vocês escutarão cantores fazendo suas vozes soarem deliberadamente mais fracas, estridentes, anasaladas ou “rudes”. Se eles sabem o que estão fazendo, podem fazer todos estes efeitos sem resistências ou problemas. Você pode ver a diferença da mesma forma que faria com um cantor clássico – o canto livre é como uma massagem, enquanto que o canto específico faz você apertar a própria garganta.  
2. Ronnie James Dio
Black Sabbath: “Falling Off the Edge of the World” (1981)
Este é mais um ótimo cantor. Sua voz é tão naturalmente ressonante – ele me lembra o Freedie Mercury. Assim como o primeiro cantor, ele canta com um “ligado” perfeito, dicção clara e vibração orgânica e consistente. Ele organiza seu espaço de ressonância para criar um leve rosnado, sem apresentar qualquer resistência à sua respiração. Você pode perceber o quão saudável é sua performance, através da forma em que ele entra e sai de breve momentos de harmonia com entonação impecável. 
3. King Diamond
Mercyful Fate: “Gypsy” (1984)
Reação inicial: “Há alguns inoportunos truques de estúdio que me fizeram pensar que havia mais de um cantor, porque eles editaram as partes em que ele muda de um canto cheio para aquela coisa maluca de contra-tenor que ele faz (imagino que ele faça isso ao vivo o tempo todo); como ele sai de um para o outro e o que faz dele incrível, e eu quero escutá-lo mudando de um para o outro”.
Aqui está um canto impressionante. Ele começa com uma voz tenor cheia, carregada de “choros” a la “verismo”, e então muda para um tom ultra-alto em um contra-tenor bem focado, alternando estas duas abordagens ao longo da canção, algumas vezes na mesma frase. Mas não apenas eu não entendo uma única palavra que ele está dizendo, eu nem ao menos sei qual a mensagem ou emoção geral a música deveria ter. Há uma verdade que serve para a música clássica e para qualquer outro estilo: não há necessidade de sacrificar a comunicação em prol de ótimos efeitos como este. Tudo que eu ouço é virtuosidade. No início é legal, mas então fica entediante, e você não deveria se entediar ouvindo Metal.
4. Ozzy Osbourne
Black Sabbath: “War Pigs” (1970)
Reação inicial: “O quarto cara é apenas um mau canto de garganta… Minha garganta se encolheu só de escutá-lo. Quanto tempo durou a carreira dele”?
Este é um cantor com dicção decente e bons instintos musicais, mas nenhuma noção de técnicas de vocal. Ele está forçando demais as cordas vocais, enquanto deixa fluir ar suficiente para que elas consigam falar, mas sua garganta está tão forçada que não há ressonância. Sua pontuação rítmica das letras é muito perturbadora, em contraste com o primeiro cantor, que apresentou a letra com acentuações rítmicas que encaixaram, ao invés de tirar um pouco da fluência da música e da poesia. Minha garganta dói tanto só de escutá-lo, que fiquei tentada a perguntar quanto tempo a carreira dele durou antes de sumir ou de ter necessitado uma cirurgia. Todo o espectro de seu canto está contido dentro de uma única oitava – com a exceção do momento quando ele grita “oh, Lord!” num tom mais alto, em minha opinião o único momento de canto livre em toda a música.
5. Rob Halford
Judas Priest: “Dreamer Deceiver” (1976)
Reação inicial: “O último cara é super talentoso e é o único no qual realmente gostaria de pôr as mãos. Ele demonstra várias técnicas loucas, mas elas não estão bem integradas. Isto não importa muito, porque ele é muito comprometido, expressivo e musical, mas eu poderia ajudá-lo a fazer melhor e mais facilmente”.
Este cantor possui um fabuloso espectro de cores e efeitos vocais para escolher. Sua dicção é fácil de entender e seu fraseado é lindo. Ele começa em um tom tão alto, bonito e ressonante, que me surpreendi ao escutar o quão baixa sua voz verdadeira é quando ele começa a cantar desta forma. Claramente ele canta, de alguma forma, com a laringe elevada quando começa a parte alta, e mais tarde na canção, quando ele muda para um canto mais estridente ou um grito, você nota que sua laringe está numa posição muito mais alta novamente. Os tons altos e os gritos são ótimos, mas eu acho que seria mais impactante se ele dominasse uma técnica vocal que lhe permitisse integrar melhor todas as coisas que ele faz tão bem, primeiramente com o objetivo de incorporar a profundidade e a ressonância de sua natural voz baixa às partes mais altas. Ele é o único dos cinco que eu realmente gostaria que viesse visitar meu estúdio em algum momento.



Fonte: Imprensarocker

sábado, 5 de novembro de 2011

Hoje, 5 de novembro

- O cantor Bryan Adams completa 52 anos.

- O baixista Brian Wheat (Tesla) completa 48 anos.



- A vocalista Angela Gossow (Arch Enemy) completa 37 anos.

- Há 16 anos o Queen lançava o álbum Made In Heaven.

- Há 12 anos o Van Halen anunciava a saída do vocalista Gary Cherone.



- Há 5 anos o atleta brasileiro Marilson dos Santos tornava-se o primeiro (e até hoje único) sul-americano a vencer a Maratona de Nova York. Ele repetiria o feito dois anos mais tarde.



Fonte: Van do Halen

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Hoje, 24 de outubro

- Há 154 anos era fundado o Sheffield FC, primeiro clube de futebol da história.

- O baixista Bill Wyman (Rolling Stones) completa 75 anos.



- O produtor Ted Templeman (Van Halen, Aerosmith, The Doobie Brothers)completa 67 anos.

- O baterista Jerry Edmonton (Steppenwolf) completaria 65 anos. Ele morreu em um acidente de carro em 1993.



- Há 41 anos o Pink Floyd assumia o topo da parada britânica com o disco Atom Heart Mother.

- Há 38 anos John Lennon abria processo contra o governo norte-americano por espionagem ilegal. O cantor alegava que as autoridades tinham grampeado seu telefone.

- Há 8 anos o Metallica anunciava oficialmente o cancelamento da turnê sul-americana, alegando cansaço.



Fonte: Van do Halen

domingo, 16 de outubro de 2011

No que os "metalêrus" são iguais aos fãs de qualqu...


Quando você critica uma banda que eles gostam, as respostas mais comuns são:

- Isso é inveja!

- Não gostou, vai lá e faz melhor!

De Justin Bieber a Agathocles, é a mesma ladainha.



Fonte: Van do Halen

Hoje, 16 de outubro

- Há 88 anos era fundada a Walt Disney Company.

- O baixista Fred Turner (Bachman-Turner Overdrive) completa 68 anos.



- O guitarrista e vocalista Bob Weir (Grateful Dead) completa 64 anos.

- O tecladista Tony Carey (Rainbow) completa 58 anos.

- Há 55 anos estreava nos cinemas norte-americanos o filme Love Me Tender, primeiro estrelado por Elvis Presley.

- O baixista Flea (Red Hot Chilli Peppers) completa 49 anos.



- O vocalista Tomas Lindberg (At The Gates, The Crown, Nightrage)completa 39 anos.

- Há 39 anos o Creedence Clearwater Revival anunciava sua separação.

- Há 38 anos, morria o lendário baterista Gene Krupa, um dos mais influentes de todos os tempos. A causa de seu falecimento foi leucemia.

- Há 25 anos, o Fox Theatre Saint Louis era palco da festa de 60 anos de Chuck Berry, organizada por Keith Richards.




Fonte: Van do Halen

Scott Ian acabaria com a internet


Em entrevista à revista Forbes, o guitarrista Scott Ian comentou a relação sua e do Anthrax com as redes sociais. “Diria que elas são uma das poucas coisas positivas que a internet deu ao mercado musical. O Twitter é algo que abracei há cerca de um ano. Poder conversar com os fãs sem intermediários é ótimo, pois posso me expressar corretamente. Tenho cerca de 60 mil seguidores em meu perfil, número mais ou menos igual ao do Anthrax”.

Mas esse contato é só o que interessa ao músico. “Tudo que amo no Twitter é proporcionalmente inverso ao que sinto em relação aos downloads ilegais. Se alguém me desse o poder de apagar a internet de nossas vidas, assim faria. Conteúdo artístico não é gratuito. As pessoas roubam e isso é errado. É o lado inconseqüente da rede”.



Fonte: Van do Halen

sábado, 15 de outubro de 2011

Hoje, 15 de outubro

- Há 71 anos era lançado o filme O Grande Ditador, de Charles Chaplin.

- Há 51 anos Ringo Starr tocava com os Beatles pela primeira vez, durante uma sessão de estúdio como banda de apoio para o cantor Wally Eymond.

- Há 43 anos o Led Zeppelin fazia seu primeiro show, na Universidade de Surrey, na Inglaterra.

- O vocalista Jyrki 69 (The 69 Eyes) completa 43 anos.



- Há 28 anos o piloto brasileiro Nelson Piquet sagrava-se bicampeão mundial de Fórmula 1.

- Há 23 anos o Def Leppard tornava-se a primeira banda da história a vender sete milhões de cópias de dois álbuns consecutivos, com Pyromania (1983) e Hysteria (1987).



- Há 15 anos ia ao ar o Globo News, primeiro canal brasileiro exclusivamente de conteúdo jornalístico.

- Há 8 anos o guitarrista Bruce Kulick (KISS, Grand Funk Railroad) era baleado na perna enquanto saía do Rainbow Room, em Los Angeles.



Fonte: Van do Halen

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mau humor faz bem para o cérebro


Quem não acorda achando a vida uma droga e as pessoas todas muito chatas de vez em quando, né? Mas se preocupe não — de acordo com pesquisadores australianos, até essa negatividade toda tem seu lado bom: faz a gente raciocionar melhor.

Em comparação aos tipos alegrinhos, os mal humorados são mais atentos, menos influenciáveis e especialmente cuidadosos na hora de tomar decisões.

É o que aponta um estudo feito na Universidade de New South Wales (Austrália), que colocou voluntários para assistir a filminhos especialmente escolhidos para deixá-los de bom ou mau humor, e depois observou como eles se saíam em uma série de testes de raciocínio lógico.

Segundo o líder da pesquisa, Joe Forgas, os ranzinzas cometeram menos erros e se comunicaram melhor — especialmente quando escreviam. Tudo indica que o mau humor potencializa as estratégias de processamento de informações do cérebro. Ponto pra ele.



Fonte: Van do Halen

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Skid Row: há 15 anos, banda era vítima de público brazuca


Durante o Rock In Rio, pudemos ver algumas bandas sofrendo nas mãos do público, com vaias, xingamentos e afins. Nada tão extremo, como ocorreu com Lobão em 1991 ou Carlinhos Brown, dez anos depois. Mas outros festivais nacionais já ofereceram exemplos do tipo. E uma das vítimas sempre lembradas é a trupe de Sebastian Bach.
O ano era 1996. Local, o estádio do Pacaembu, em São Paulo, onde acontecia a terceira edição do Philips Monsters of Rock. A atração principal era o Iron Maiden, que apresentava Blaze Bayley ao mundo naturnê do álbum The X-Factor. Completavam o cast: Heroes Del Silencio; Mercyful Fate & King Diamond(sim, dose dupla do mestre!); Helloween (pela primeira vez por aqui); Raimundos; Biohazard; Motörhead e...Skid Row. E foi aí que o bicho pegou, já que a bandasempre foi vítima de preconceito pelos bangers, graças à devoção das garotas pelo vocalista do grupo.
De qualquer modo, o que se sucedeu foi um verdadeiro fiasco coletivo, como contou em suas páginas a Rock Brigade número 122, de setembro daquele ano, em texto de Fernando Souza Filho:
As garotas se aproximaram do palco e as vozes femininas falaram mais alto. Muitos marmanjos se mandaram para a frente do palco para “aproveitar” a marcante presença do sexo feminino. Mas quem estava interessado apenas em música, se deparou com um show energético, demonstrando grande amadurecimento musical dos caras do Skid Row.
Só que, depois de Biohazard e Motörhead, a recepção ao Skid Row não poderia ser das mais simpáticas. Cusparadas, garrafas, chinelos e até radinhos eram atirados no palco, tendo como alvo principal o vocalista Sebastian “Barbie” Bach. Vaias, então, nem se fala...
Claro que foi nos sucessos e nas baladas que a vibração das fãs à frente do palco foi maior, mas o fato é que o show do Skid Row hoje está bem forte, satisfazendo não apenas as garotinhas que ficam gritando pelo “Barbie”, mas também aos apreciadores de um grupo competente de Rock. Monkey Business e 18 and Life foram algumas das que mais mexeram com o público.
No entanto, a essa altura, o cansaço já tomava conta da platéia que, nas arquibancadas, permanecia sentada guardando forças para o Iron Maiden. Na pista, o cenário não era diferente e, do meio para trás, boa parte do público permanecia sentado descansando. Não raro de costas para o palco.
Resultado: esse foi o último show do Skid Row com Sebastian Bach, que abandonou o barco. Um retorno aconteceria apenas 3 anos mais tarde, com Johnny Solinger assumindo o microfone. Hoje é provável que a reação negativa tivesse sido bem menor, já que o Hard Rock é bem aceito por boa parte da geração atual de headbangers, muito graças ao apoio que o estilo conquistou na mídia segmentada, que abraçou o gênero quando ele mergulhou em crise profunda. Curiosamente, lá fora a banda já excursionou com grupos bem mais pesados, como Pantera e Anthrax. Imaginem isso acontecendo por aqui? Problemas à vista.
Skid Row retornaria para show único em São Paulo apenas em 2009. Sebastian passaria por aqui no mesmo ano, como atração de abertura para o Guns N’ Roses, além de já ter tocado quatro anos antes.
Blaze Bayley também lembrou o fato em apresentação solo, anos depois.
Provavelmente, se soubessem o que ele faria com as músicas de Bruce Dickinson no principal show da noite, os fãs não tivessem atacado Sebastian com tanta veemência.



Fonte: Whiplash!

domingo, 2 de outubro de 2011

Nove mitos e verdades sobre os neandertais


esquisas recentes sugerem que o homem de Neandertal era "gente como a gente". Mas o que isso quer dizer? Quais eram as semelhanças e diferenças entre eles e o homem moderno? Em entrevista ao site de VEJA, especialistas esclarecem as principais descobertas sobre nosso primo pré-histórico

"Se andassem entre os humanos de hoje, os neandertais passariam despercebidos", afirma João Zilhão, um dos maiores especialistas em neandertais

Gente como a gente. É assim que os principais pesquisadores atualmente descrevem os neandertais, homens pré-históricos que viveram entre 130.000 e 30.000 anos atrás na Europa e em partes da Ásia. "Eles enterravam seus mortos, usavam objetos de adorno pessoal e desenvolveram uma sofisticada tecnologia do fogo", disse em entrevista ao site de VEJA oarqueólogo português João Zilhão, um dos maiores especialistas em neandertais. "Do ponto de vista arqueológico, não existe diferença cultural significativa entre neandertais e humanos modernos", afirmou Vanessa Paixão-Côrtes, doutoranda da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Vanessa faz parte de um grupo coordenado pela pós-doutora em biologia, Maria Cátira Bortolini, que estuda o genoma do neandertal. 

Especialistas

JOÃO ZILHÃO
João Zilhão é um arqueólogo português e um dos maiores especialistas em neandertais do mundo. Foi professor da Universidade de Bristol (Inglaterra) entre os anos de 2005 e 2010 e atualmente é pesquisador da Universidade de Barcelona.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULAqui no Brasil, a pós-doutora em biologia Maria Cátira Bortolini, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, coordena uma linha de pesquisa sobre a evolução molecular de genes relacionados com características físicas. O grupo, formado pela doutoranda Vanessa Rodrigues Paixão-Cortês e pelo graduando Lucas Viscardi (aluno da Universidade Federal do Rio Grande), estuda o genoma do neandertal.
Não só o comportamento dos neandertais era semelhante ao dos homens contemporâneos: de acordo com Zilhão, os neandertais era tão parecidos fisicamente com os nossos antepassados que se andassem nas ruas de hoje ninguém notaria a diferença. Aliás, a experiência já foi feita. "Certa vez maquiaram atores como neandertais e os colocaram para passear pelas ruas de cidades ocidentais, como Nova York", contou Zilhão. E ninguém notou as diferenças, como formato do queixo, robustez das têmporas e corpo avantajado. 

Desaparecimento - Apesar das semelhanças, restam ainda muitos mistérios sobre os "primos" dos homens modernos. Por exemplo, não se sabe muito bem por que os neandertais simplesmente desapareceram da Terra há 50.000 anos na Ásia e há 30.000 anos na Europa. Um dos artigos mais recentes defende que os neandertais não teriam resistido à invasão em massa de homens modernos na Europa há 40.000 anos.
De acordo com Zilhão, por meio de cruzamentos, os neandertais foram assimilados pelas populações de homens modernos originárias da África e que ocuparam gradativamente a Europa e Ásia a partir de 50.000 anos atrás. (continue a leitura da matéria).

O que sabemos sobre os neandertais?

Especialistas respondem às principais questões sobre nossos "primos" pré-históricos

Houve cruzamento entre os neandertais e o homem moderno?

Sim. De acordo com Zilhão, isso está provado pela anatomia de fósseis dos primeiros europeus da época posterior ao primeiro contato com o homem moderno. Esses fósseis apresentam alguns traços característicos dos neandertais. Além disso, mais recentemente, o cruzamento também foi comprovado com a comparação do genoma de um neandertal com o de indivíduos atuais de vários continentes. Essa comparação evidencia que a contribuição neandertal para o genoma humano persistiu até o presente e em porcentagem significativa.




Os neandertais foram dizimados pelo homem moderno?





Não se sabe ao certo por que os neandertais desapareceram da Terra há 30.000 anos. Algumas hipóteses, não excludentes, são epidemias, catástrofes naturais ou o extermínio por outras populações. O que se sabe é que os neandertais foram assimilados pelos homens modernos, por meio de cruzamentos, e sucedidos pelas populações originárias de África que ocuparam gradativamente a Europa e Ásia a partir de 50.000 anos atrás.



O neandertal é uma subespécie do Homo sapiens ou uma outra espécie do gênero Homo?


De acordo com Zilhão, o neandertal é uma subespécie do Homo sapiens. Por definição, se houve miscigenação importante entre os dois grupos, isso significa que eram "subespécies" ou "populações" de uma só espécie biológica, não duas espécies distintas. Vanessa lembra, contudo, que a categorização de espécies é algo muito difícil. A questão ainda é amplamente discutida, apesar de tanto o homem moderno quanto o neandertal serem considerados humanos. 



Só o homem moderno desenvolveu pensamento abstrato?


Não. Os neandertais também exercitavam o pensamento abstrato e faziam uso de símbolos. Eles enterravam os mortos, usavam objetos de adorno pessoal, pintavam os corpos com tintas minerais, usavam utensílios de osso e marfim com marcas decorativas abstratas e desenvolveram uma sofisticada tecnologia do fogo. Essa técnica incluía a fabricação da mais antiga matéria-prima artificial da humanidade - uma resina utilizada para fazer tinta - através de processos que só encontram equivalente nos fornos de cerâmica do Período Neolítico, muitos milhares de anos depois.


Quais traços o homem moderno compartilha com os neandertais?


O homem moderno de 50.000 anos atrás tinha uma organização social, uma economia e uma cultura em tudo semelhantes com os neandertais. O homem moderno atual é, evidentemente, muito diferente: privilegia a acumulação de conhecimentos e desenvolvimentos tecnológicos e científicos.



O homem moderno tem o cérebro maior que o do neandertal?


Não, ao contrário: os neandertais é que tinham um cérebro maior. Mas, de um ponto de vista genético, poucas diferenças foram encontradas quanta à capacidade cognitiva. Ou seja, tanto quanto podemos saber, os cérebros de humanos e neandertais eram diferentes apenas em tamanho.



Qual era a aparência dos neandertais?


Eram "gente como a gente", salvo pequenas diferenças (o formato do queixo e a robustez das têmporas) dentro da margem de variação da humanidade atual. Provavelmente, seus cabelos também exibiam as mesmas variações de tonalidades que os do homem moderno. Os cientistas já fizeram experiências como atores maquiados como neandertais. A trupe passeou pelas ruas de grandes cidades e ninguém notou diferença.



Qual era a expectativa de vida dos neandertais?


A expectativa de vida dos neandertais era igual a dos primeiros humanos modernos: cerca de 25% deles ultrapassavam os 40 anos. Alguns podiam chegar aos 60 anos. A descoberta de ossos de neandertais idosos, que viveram além da idade de prover o sustento para eles mesmos, sugere forte organização familiar.



Os neandertais eram canibais?


Sim. O canibalismo entre neandertais está documentado. Mas ainda não se sabe com que finalidade ou frequência: se era uma fonte alimentar excepcional para tempos de crise ou uma prática rotineira. Segundo pesquisadores, os neandertais seriam tão canibais quanto os homens modernos. De acordo com Zilhão, é mais um aspecto que aproxima os dois grupos.


Os neandertais receberam este nome porque os primeiros ossos foram encontrados em uma caverna no Vale de Neander, na Alemanha. "Tal" significa vale em alemão.


Os neandertais receberam este nome porque a primeira ossada do homem pré-histórico foi encontrada em uma caverna no Vale de Neander, na Alemanha, em 1856. "Tal" significa "vale" em alemão.



Herança genética - A assimilação de neandertais pelos humanos modernos, segundo Zilhão, está provada pela anatomia de fósseis dos primeiros europeus que tiveram o primeiro contato com os neandertais e pela comparação do genoma com indivíduos de vários continentes. "Os neandertais contribuíram para o genoma humano e esses traços genéticos persistem até hoje em porcentagem significativa", disse.
De acordo com Vanessa, entre 1% e 4% do DNA de humanos modernos é de neandertais e outros homens arcaicos.
Mas a pesquisadora lembra que, além da assimilação, existem outras hipóteses não excludentes que também podem explicar o desaparecimento dos neandertais, como o extermínio, epidemias e até catástrofes naturais. "Os motivos para o sucesso humano e a extinção dos neandertais ainda são amplamente debatidos", disse Vanessa.

Humanos - Uma das questões mais debatidas entre os pesquisadores é se o neandertal era uma subespécie de Homo sapiens - ou seja, uma população de humanos eventualmente isolada - ou uma espécie completamente diferente, a doHomo neandethalensis.
Na opinião de Zilhão, trata-se de uma subespécie. "Se houve miscigenação importante entre os dois grupos, isso significa que eram subespécies ou populações de uma só espécie biológica, não duas espécies distintas", ponderou o arqueólogo.

Os cientistas já descobriram que o cruzamento de humanos com neandertais gerou híbridos férteis. Isso significa que, em um dado momento, rompeu-se qualquer tipo de isolamento reprodutivo entre o homem moderno e o neandertal. "Mas a tarefa de categorizar espécies é muito difícil", disse Vanessa. "No fim das contas, são todos considerados humanos".



Fonte: Veja Abril